Prévia - Dei o cu no Swing um desconhecido gozou na minha boca e cuspi tudo na boca do corno
Estávamos indo embora e resolvemos dar mais uma volta no labirinto, resultado, comeram meu cu.
Postado há 1 mês
Meu marido vivia pedindo mais um filho. Já tínhamos dois, eu usava DIU há anos e sempre adiava. Por recomendação médica tirei o DIU e fiquei um tempo sem anticoncepcional. Era exatamente o que ele queria: útero livre.
No carro, a caminho de casa, ele começou a nos filmar — como sempre faz, até nas situações mais íntimas. Disse que aquele era um dos meus dias férteis, que tinha visto na calcinha aquele líquido viscoso de clara de ovo. Emendou o pedido:
“Vamos fazer um filho?”
Eu estava de vestido branco com detalhes pretos, tesão subindo o corpo inteiro. O que ele não sabia: a calcinha já estava na bolsa. Eu ia sem nada, escorrendo. Período de cio. Queria ser penetrada — imaginava que seria em casa, de camisinha.
Topei. Fomos para o motel, suíte 52. Ele pediu para eu subir na frente só para filmar por baixo. No quarto, levantei o vestido. Bunda nua. Surpresa. Os dois já molhados, líquidos viscosos saindo. Combinação perfeita.
Mamei o pau dele, sugando tudo. Ele não aguenta. Você vai ouvir ele pedindo para eu ir mais leve — e admitindo que é por isso que chama outros homens para me comer.
Sentei na boca dele e gozei com a língua do corno no clitóris. Depois fiquei de quatro. Ele encaixou fácil, fundo. Provocava: saco cheio, queria esvaziar dentro. Eu pedia força, porra, que eu estava fértil. Na hora em que ele ia gozar, soltei:
“AMOR, DEIXA OUTRO GOZAR DENTRO DE MIM PARA A GENTE FICAR NA DÚVIDA?”
Ele já tinha falado nisso. Eu desconversava. Naquele tesão, quis dar o presente: filho e o título de corno manso intacto. Gozamos juntos, forte. Ele me encheu.
Banheira, volta para a cama, mais uma gozada dentro. No final ele olha a buceta lotada e pergunta se eu achava que tinha dado certo. Eu disse que faltava mais um macho para fazer a melhor de três. Ele topou procurar alguém com traços parecidos com os dele.
Domingo. Segunda-feira o rapaz já tinha corrido, feito consulta e exames particulares. Limpo. Mandou os papéis. Você vê a gente chegando no motel e o corno pedindo para ele mostrar os exames.
Meu rosto está borrado. Dá para sentir a apreensão. Uma coisa é falar no tesão. Outra é estar ali e pensar: “Por que eu estou fazendo isso?” Tesão, medo, insegurança, princípios. Mas saiu como planejado.
Começa em casa: o Nei me depilando com gilete na cama, com cuidado, deixando buceta e cuzinho lisinhos.
Antes do motel encontramos o convidado num bar na zona leste para conversar. Só quando chegamos no quarto a ficha caiu de verdade. Travei. Dúvidas, medo, insegurança — tudo visível. Queria que alguém desse uma brecha para eu falar “melhor outro dia”. Fiquei sentada na cama, mexendo no celular. O rapaz ficou confuso: meu corpo dizia “fértil, depilada, perfumada, quero sua porra”, o olhar dizia o contrário.
Ele tentou a “dança do acasalamento”. Eu ignorei. Depois de minutos, cedi. Entreguei o celular para o corno. O rapaz chupou quase meia hora. Normalmente eu gozo em dez minutos de oral. Ali a tensão travava tudo.
O marido foi incrível: mãos, beijos, mamas sensíveis. O rapaz veio beijar e dedar. Dedo no clitóris, mama direita na boca. O corno abocanhou a esquerda. Minhas pernas fechavam sozinhas. Os dois prenderam uma perna cada, me abrindo. Dedada, clitóris, mamas mamadas ao mesmo tempo.
Depois o macho veio por cima, sem camisinha, de quatro. Tentou interromper. Não conseguiu. Numa das tiradas sai um jato visível. Encaixa de novo. A buceta já estava sendo galada de verdade, porra saindo e melando a entrada.
O corno pede para ele avisar quando for gozar, queria ver de perto. Inocência: o homem já tinha metido porra. Faltava o orgasmo final. Ele gozou como galo, inundou.
O corno não perde tempo. Usa a porra do outro como lubrificante e se esvazia também. Depois ainda tem mais duas gozadas dentro — uma de cada.
Depois daquele dia já me considerava grávida. O teste confirmou. Como não tinha sido com mais ninguém naquela janela, um dos dois me fecundou.
Depois do banho do Raul, ele volta direto: beijo, carinho, língua de novo. Eu já mais relaxada — o principal tinha acontecido.
Vira de quatro, língua no cuzinho. Buceta cheia, o marido ainda queria mais cheia. Raul senta em cima da minha bunda, cutuca a entrada que já se abre sozinha e mete de novo. Estocadas amortecidas na bunda.
Põe o pau na minha boca. Eu mamo de quatro, buceta desprotegida. O corno engata atrás enquanto assiste a mamada. Ele até controla a ejaculação precoce… até ter outro me comendo ou eu mamando. Esporra de novo dentro.
Limpa o que escorre. Raul me vira de lado e entra outra vez. O manso segura minha perna esquerda no ar, me deixando exposta. Continua até o Raul desfalecer depois de mais de uma hora.
Porra dos dois no fundinho.
Banho. Casada grávida sem saber qual macho fecundou.
Na gestação o tesão virou loucura. O corno ficou ainda mais com vontade de me ver com outros. Transei com pelo menos quatro. Uma vez fui numa casa de swing com a barriga enorme. As pessoas piraram. Foi a fase em que o Nei mais me comeu: os dois tarados.
São 12 horas de vídeos da minha gravidez: do pedido no carro, a suíte 52, o medo no motel, as gozadas dos dois dentro, o teste positivo, o barrigão e todos os encontros que tive até a semana que antecedeu o parto — inclusive o Nei me acordando bem cedo, na véspera, para me bulinar grávida.
Nossa que tesão..assinei seu canal por causa desse vídeo. Se um dia quiser, eu posso te encher de esperma..
Ia ser um prazer ser um dos escolhidos......sangue italiano com africano!!!
@escorpiao1900: Mande fotos de corpo para brunasilvahotwife @gmail.com
Agora te inseminar também, minha deusa
@valugoleador: Pior que eu gosto de ser inseminada, dá um fogo pensar nisso
Essa mulher é um tesão. Vontade de comer o cuzinho dela e encher de porra e mandar o corno limpar.
@valugoleador: Ele é um ótimo faxineiro